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quinta-feira, 3 de julho de 2014

O que não pode faltar na Pré escola?

REVISTA NOVA ESCOLA TUDO DE BOM...!!!!!!!!!





O que não pode faltar na pré-escola
Para que as turmas de pré-escola se desenvolvam plenamente, é importante conhecer as características de cada faixa etária e fazer com que algumas experiências essenciais façam parte do planejamento. Veja aqui como trabalhá-las e por que são tão importantes

Beatriz Santomauro (bsantomauro@abril.com.br)e Luiza Andrade. Colaboraram Bianca Bibiano, Denise Pellegrini, de Curitiba, PR; Julia Browne, de Belo Horizonte, MG; Thaís Gurgel, de Sobral, CE; e Vilmar Oliveira, de São José dos Campos, SP.




Brincar

Por que trabalhar Essa é uma fase de ampliação do universo de informações: a mamãe é vendedora, o papai é motorista, o herói preferido voa, o livro de histórias fala de uma princesa bonita e corajosa. O meio de processar e assimilar tantos assuntos - enfim, entender o mundo - é brincar de faz-de-conta. "A complexidade da fantasia criada depende das experiências já vividas. Por isso, é fundamental oferecer ambientes ricos em possibilidades", afirma Zilma, da USP.

BRINCAR Nessa fase, a turma já compartilha momentos no parque (à esq.) e no faz-de-conta (direita).
Fotos: Leo Drumond/Ag. NitroO que propor As crianças ainda se divertem com os brinquedos de encaixar ou no parque, mas na pré-escola ganham destaque os jogos de regras - que exigem cumprimento de normas, concentração e raciocínio - e, principalmente, os simbólicos, em que se assumem papéis. Elas se apropriam dos elementos da realidade e dão a eles novos significados. Por meio da fantasia, aprendem sobre cultura. Ao dar bronca em uma boneca, por exemplo, os pequenos usam frases ouvidas de diálogos dos adultos, da TV e, em especial, de livros de histórias. A literatura traz elementos ausentes do cotidiano.

A meninada vai se tornando capaz de interagir com as brincadeiras por um tempo maior e considerar que os outros podem participar também. "No faz-de-conta, acontece algo íntimo que não se deve atropelar. O professor contribui com um gesto, uma palavra ou um brinquedo, mas a turma é livre para aceitar ou não", explica Zilma.

Uma boa estratégia para enriquecer o brincar é atrair a garotada para espaços diferenciados, como o canto da casinha, do salão de maquiagem, da mecânica ou da biblioteca. O cenário, por si só, avisa a proposta da brincadeira e pressupõe papéis. Depois, com o tempo, o grupo mesmo produzirá outros.

Esta pré-escola faz Na CMEI Patrícia Galvão, em Guarulhos, na Grande São Paulo, o brincar é encarado como uma situação cotidiana e um direito das crianças. Em todas as salas ficam fantoches, fantasias e cenários para as atividades simbólicas, bastante apreciadas. Quando enjoam, os pequenos vão à brinquedoteca e os trocam por outros. Não são raras as vezes em que a turma de 4 anos se empolga com um livro lido em sala, corre para o canto em que ficam as fantasias e assume o papel dos personagens. Segundo a diretora Djenane Martins Oliveira, para garantir e melhorar as possibilidades de experimentação lúdica, os pequenos têm acesso diário a brinquedos de variados materiais, como tecido, plástico, madeira e espuma. Há também aqueles que não parecem, mas são brinquedos também, como pedrinhas, grama e areia. "Sempre temos à disposição das crianças caixas de papelão, que elas usam para produzir objetos que são incluídos nas atividades por elas mesmas."







Linguagem oral

Por que trabalhar No início da pré-escola, coloca-se um importante desafio em linguagem oral: não apenas falar, mas antecipar e planejar o que se quer dizer. "Para que isso aconteça, ou seja, para que a oralidade seja usada cada vez mais e de melhor forma, é preciso trabalhá-la diariamente com base em diferentes temas, contextos e interlocutores", diz Maria Virgínia, da Editora Moderna.


LINGUAGEM ORAL A fala se aprimora em contextos diversos, como na roda de conversa.
Fotos: Leo Drumond/Ag. NitroO que propor A escola deve oferecer um ambiente que estimule a comunicação verbal - não apenas em sala mas também no refeitório, no pátio, na brinquedoteca, nos corredores. Para conversar, ali estão amigos, educadores, merendeiros, porteiros e diretores. Oportunidades tão distintas tornam as situações de fala mais ricas, elaboradas e complexas.

Os momentos são divididos em dois tipos: formais e informais. Os informais são, por exemplo, as rodas de conversa. Nelas, o professor faz uma proposição, por exemplo, a respeito de uma notícia da comunidade ou de algo que será feito depois, como uma receita culinária. Nesse momento, cada um ouve o que os outros têm a dizer, coloca sua opinião e inicia os próprios relatos.

Situações formais são aquelas em que as crianças se dirigem a outros interlocutores que não os próprios colegas de classe, como outra turma, para quem vão contar uma história, ou um adulto a ser entrevistado. Assim, ao longo de toda a pré-escola, são desenvolvidas e aperfeiçoadas competências como a de recontar histórias e elaborar perguntas, declamar poesias e relatar acontecimentos do próprio cotidiano ou de outras pessoas. De acordo com Maria Virgínia, "o resultado é que os pequenos aprendem linguagem e com a linguagem".

Essa competência também é potencializada por meio das brincadeiras com as palavras presentes na tradição oral, nos textos poéticos e nas parlendas, por exemplo - que já contribuem para o aumento do repertório verbal desde a creche.

Esta pré-escola faz São diversas as experiências de desenvolvimento da linguagem oral na UMEI Mangueiras, em Belo Horizonte. Lá, as rodas de conversa sobre o planejamento do dia abrem as atividades, mas outros temas também fazem parte do bate-papo. Na sala ou no pátio, elas recontam histórias e apresentam músicas e dramatizações. "Os mais velhos ajudam no desenvolvimento da linguagem dos menores durante atividades corporais. Eles criam canções e gritos de guerra e os pequenos se juntam a eles, cantando também", conta a vice-diretora, Mônica Freitas Mol de Andrade.




MOVIMENTO Na pré-escola, as crianças planejam as ações, como onde se apoiar para subir no escorregador. Foto: Marcos RosaPor que trabalhar Na pré-escola, a criança já tem desenvoltura para se comunicar verbalmente. Mesmo assim, o movimento ainda é um meio de expressar o que ela quer. Por isso, eles continuam a ser valorizados na pré-escola. Nessa fase, ela se torna mais ciente de si, conhece mais o corpo e ganha competência para atuar no mundo. "Por isso, é preciso evitar a tendência de deixar atividades desse tipo de lado com turmas a partir dos 4 anos", diz Maria Paula, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

O que propor Atividades como danças, jogos esportivos e teatro aumentam e fazem evoluir as possibilidades com o corpo. Ações como segurar o talher e o lápis e usar a tesoura se aprimoram, mas não adianta promover "treinos". "As habilidades se consolidam apenas diante das necessidades reais", explica Maria Paula.

Em especial entre os maiores, de 5 e 6 anos, a capacidade de planejar as ações de movimento se amplia. Por isso, atividades ao ar livre, no parque, se tornam mais ricas. Para se divertir num escorregador, as crianças conseguem observar os degraus onde pisar e calcular o que fazer para chegar ao topo e depois deslizar.

Esta pré-escola faz A professora Magda Carvalho Aranda, da CEI Maria do Rosário Bastos, em Poços de Caldas, a 465 quilômetros de Belo Horizonte, propõe jogos corporais para as crianças de 5 anos. Em um deles, elas batem palmas, levam as mãos aos pés e também à cabeça. Após uma seqüência simples, a turma combina movimentos mais elaborados, como levantar a mão esquerda e se manter apenas sobre o pé direito, favorecendo o equilíbrio. A mesma atividade pode se tornar mais divertida se acompanhada de música com ritmos cada vez mais rápidos. Outra brincadeira que os pequenos curtem é a da maria-fumaça. "Conforme o ritmo de um chocalho acelera, o corpo entra no embalo, com movimentos de braços e pernas", explica Magda.

Avaliação na Educação Infantil

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL



Avaliação na educação infantil


A avaliação na Educação Infantil passo a passo






• Observar e compreender o dinamismo presente no desenvolvimento infantil é

fundamental para redimensionar o fazer pedagógico. Essa compreensão

influenciará diretamente na qualidade da interação dos professores com a infância.



• O conhecimento de uma criança é construído em movimento de idas e vindas, portanto, é fundamental que os professores assumam seu papel de mediadores na ação educativa; mediadores que realizam intervenções pedagógicas no

acompanhamento da ação e do pensamento individualizado infantil.



• Ainda hoje, na prática cotidiana, é comum, não só na Educação Infantil,

como nos demais níveis de ensino, os avaliados serem só os alunos. É

necessário que a clássica forma de avaliar, buscando “erros” e “culpados",

seja substituída por uma dinâmica capaz de trazer elementos de crítica e

transformação para o trabalho.



• Nesse processo, todos – professores/recreadores, coordenação pedagógica, direção, equipe de apoio e administrativa, crianças e responsáveis – devem, sentir-se comprometidos com o ato avaliativo.



• Para focar o olhar em como se avalia, sugere-se atenção aos pontos abaixo,

nos espaços de educação infantil:

Análises e discussões periódicas sobre o trabalho pedagógico.

Estas ações são realizadas nos encontros periódicos. Elas fornecem elementos

importantes para a elaboração e reelaboração do planejamento. Igualmente

importante é dar voz à criança. Nesse sentido, a prática de avaliar

coletivamente o dia-a-dia escolar, segundo o olhar infantil, traz

contribuições fundamentais e surpreendentes para o adulto educador, ao mesmo tempo que sedimenta a crença na concepção de criança cidadã.





Observações e registros sistemáticos.

Os registros podem ser feitos no caderno de planejamento, onde cada professor/ recreador registra acontecimentos novos, conquistas e/ou mudanças de seu grupo e de determinadas crianças; dados e situações significativos acerca do trabalho realizado e interpretações sobre as próprias atitudes e sentimentos.

É real que, no dia-a-dia, o professor/ recreador não consiga registrar

informações sobre todas as crianças do seu grupo, mas é possível que venha a

privilegiar três ou quatro crianças de cada vez e, assim, ao final do período, terá observado e feito registro sobre todas as crianças.



Utilização de diversos instrumentos de registro.

Para darmos espaço à variada expressão infantil, podem-se utilizados como

instrumentos de registro de desenvolvimento arquivos contendo planos e materiais referentes aos temas trabalhados, relatórios das crianças e

portfólios.

O professor/recreador deve organizar um dossiê de cada criança, guardando aí

seus materiais mais significativos e capazes de exemplificar seu

desenvolvimento.

Também durante a vivência de um projeto de trabalho, cada grupo deve ter

como meta a produção de um ou mais materiais que organize o conhecimento

constituído acerca do assunto explorado. Assim sendo, o arquivo de temas é o

dossiê do projeto realizado pelos grupos de uma mesma instituição.



Construção de um olhar global sobre a criança

A fim de evitar um ponto de vista unilateral sobre cada aluno, é fundamental

buscar novos olhares:

- Recolhendo outras visões sobre ela.

- Contrastando a visão dos responsáveis com o que se observa na escola/ creche.

- Conhecendo o que os responsáveis pensam sobre o que a escola/creche diz.

- Refletindo sobre o que a família pensa em relação aos motivos de a criança

comportar-se de determinada forma na escola/creche.

- Ouvindo a família sobre como pensa que poderia auxiliar a criança a avançar em seu desenvolvimento.



Modelo enviado por uma amiga

:

Hábitos e Atitudes:




Está sempre atento na sala de aula

Relaciona-se bem com os colegas e professores.

Ouve com atenção e espera a sua vez de falar.

Faz a tarefa com capricho e é pontual na sua entrega

Porta-se no momento da merenda e higiene.

Colabora com a limpeza da sala de aula.

É cuidadoso com o material escolar.

Confia nas tarefas que realiza.

Comporta-se bem nas atividades desenvolvidas.

A conversa está interferindo no rendimento.

Reparte os brinquedos com os colegas



Linguagem:



Entende bem o que lhe é falado.

Expressa-se com clareza.

Articula bem as palavras.

É desinibido e gosta de participar das atividades musicais e teatrais.

Dialoga sobre suas vivências espontaneamente.

Na hora da história, está disposto a ouvir e participar.



Desenvolvimento Cognitivo:



Apresenta bom raciocínio matemático.

Tem facilidade em compreender as noções matemáticas.

Compõe quebra-cabeça.

Consegue concentrar-se na realização das atividades.

Demonstra interesse e criatividade na execução dos trabalhos.

É responsável na execução das atividades.



Desenvolvimento Psicomotor:



Consegue movimentar-se bem (pular, correr, saltar, arrastar...).

Quando modela cria formas diferentes.

Apresenta boa motricidade fina (recortar, pintar, colar...).

Tem consciência do seu corpo e consegue expressar-se graficamente.

Orienta-se bem no espaço e tempo.



o modelo vem em forma de tabela onde marca S(sim) N(nao) AS(As vezes) a cada bimenstre, de acordo com o desenvolvimento das crianças




fonte:http://cantinhoinfantiltialane.blogspot.com